Seria uma perda comum, se a morte de um integrante do valoroso exército brasileiro estivesse em missão de defesa de nossa pátria. Afinal, a guerra impõe perdas.
O General perdeu a vida por uma missão idiota que o governo LuLLa assumiu.
Defender o Haiti em nome do pressuposto de que, fazendo-o, teríamos assento numa cadeira permanente no Conselho de Segurança da ONU.
O que temos nós a ver com o Haiti?
Nada.
O que tem o Haiti a ver com o povo brasileiro?
Nada.
Na esteira das sandices perpetradas por isto a que obrigatóriamente chamamos de governo, essa deixou consequências trágicas.
Perdeu-se uma vida.
A vida de um general.
De um general, que independente do posto e da pessoa, representava o comando de uma missão.
Uma missão suicida que nos foi imposta pelo governo brasileiro para acalentar um sonho prepotente de ter voz num organismo sem crédito, sem escrúpulos, manipulado e que não representa mais os anseios do mundo moderno.
Perdemos nós brasileiros.
Perde a nação brasileira pelo fato em si.
Mas perde muito mais, o governo brasileiro.
Perde sua capacidade de nos representar de forma digna em virtude dos escândalos em que se envolveu.
Perde sua moral pelas notícias de corrupção generalizada de nossas instituições.
E perde agora, o direito de nos representar fora de nossas fronteiras.
Nos descaminhos seguidos pelo governo do Sr Luis Inácio, que se vangloria da amizade privilegiada com plantadores de cocaína, com ditadores corruptos, com candidatos a ditadores, uma vida de um militar das forças brasileiras deixa de existir.
Não, como dissemos, para defender nossas fronteiras, mas para acalentar uma sandice.
Perguntamos nós incrédulos:
Quem se responsabilizará por esta perda?
Quem terá a coragem de qualificá-lo como herói de nossas forças armadas, sem antes culpar alguém por sua ida?
Quem depositará sobre seu corpo o pendão nacional sem antes crucificar aqueles responsáveis por sua partida?
Quem acreditará na teoria simplista de um acidente com arma de fogo quase impossível de acontecer com alguém de tanto preparo?
Não perdemos um soldado em fase de aprendizagem.
Perdemos um comandante, um general, um homem preparado para a guerra.
Mas que guerra é essa que fomos obrigados a participar?
Justo um povo pacifista como o nosso?
Não importa que missão o general estava executando. Numa guerra, mata-se pela defesa ou morre-se pelos descaminhos armados pelos inimigos.
O que importa é quem e como foi engendrada essa missão.
Enquanto nossas fronteiras são invadidas pelas ditas forças revolucionárias e nada se faz, nosso exército se vê na obrigação de defender, não os interesses de um país, mas um sonho de pura soberba do governo brasileiro.
Cabe-nos perguntar:
E agora?
Nós, queremos de volta não só os restos mortais de um combatente brasileiro, mas queremos de volta nossos valorosos soldados e oficiais para que eles defendam nossas fronteiras, nossas instituições e nossa pátria.
O Haiti?
Nós já temos o nosso Haiti.
Nossos ,ais sinceros sentimentos, não só à família do valoroso oficial, mas a toda a nação brasileira.
Estamos de luto.


